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Microexpressões revelam o que você esconde
Quanto as telas têm deixado o seu olhar turvo? E o quanto você ainda consegue perceber o que está além das palavras? Me faço essa pergunta com frequência. No meio de tantas distrações, será que ainda estamos atentos às expressões que realmente traduzem o que sentimos? Já aconteceu comigo de ouvir alguém dizer algo, mas sentir que havia um desencontro. As palavras iam por um caminho, enquanto o rosto e o corpo contavam outra história. É sutil, quase imperceptível, mas está a

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há 23 horas1 min de leitura


Renovar é escolha, não promessa
Nos últimos dias, vivemos a Páscoa. Um tempo que, mais do que simbólico, nos convida a olhar para dentro. Ao perceber o que em nós pede renovação, o que insiste em permanecer e o que já não faz mais sentido carregar. E eu te pergunto, com sinceridade: o que você escolhe fazer com esse convite? Não é sobre uma mudança idealizada ou distante. É sobre reconhecer sentimentos profundos e assumir pequenas atitudes que transformam, de verdade, a forma como você se relaciona consigo

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há 4 dias1 min de leitura


O que te sustenta quando tudo falta?
Você tem irmãos? Eu tenho. Sou a quinta filha. Fui muito desejada pelos meus irmãos e pelos meus pais. Ainda assim, minha mãe se assustou ao descobrir a gravidez aos 40 anos. Hoje isso é comum, mas há mais de seis décadas não era. Dá para imaginar o impacto daquela notícia em toda a família. Como até então só havia uma filha mulher, a Sandra, todos torciam para que eu também fosse menina. E fui. Cheguei já envolvida por expectativa, cuidado e afeto. Recentemente viajei com

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1 de abr.1 min de leitura


O ritmo que você escolhe viver
Quando o fim também é começo, eu me pego lembrando de Antônio Carlos Jobim: “São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração”. Existe algo de profundamente verdadeiro nesses versos. A natureza não resiste ao próprio ciclo. Ela muda, se adapta, segue. E eu te pergunto, com honestidade: você tem permitido esse fluxo na sua vida ou tem insistido em um ritmo que não te escuta? Eu observo como o entorno nos atravessa o tempo todo. Os espaços que habitam

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30 de mar.1 min de leitura


Quem você é além dos papéis?
Eu quero te fazer uma pergunta simples, mas nada fácil de responder: o que te torna único? Não existe atalho para essa resposta. Eu preciso olhar para mim. E talvez você também precise. Não para aquilo que os outros dizem, projetam ou esperam, mas para o que sinto, para o que me move, para o que permanece quando o silêncio chega. Ao longo da vida, eu vou me tornando muitos. Assumo papéis, visto máscaras, tento dar conta de tudo e de todos. E isso não é um erro, é humano. Mas

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27 de mar.1 min de leitura


Trabalhar ou viver? A diferença não é tão óbvia
Você já parou para pensar, de verdade, qual é a diferença entre tempo de trabalho e tempo de lazer?Essa pergunta sempre me atravessou, e talvez ela também diga mais sobre a sua vida do que parece à primeira vista. O sociólogo Joffre Dumazedier nos convida a ir além da ideia simplista de que lazer é apenas o tempo em que não estamos trabalhando. Para ele, o lazer é um espaço de escolha. É quando nos dedicamos, por vontade própria, a atividades que nos permitem descansar, nos d

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25 de mar.2 min de leitura


O que você faz com o que sente?
Sabe aquele dia em que você está especialmente feliz? Eu também tenho vivido um desses dias. E não é por acaso. Mesmo antes de concluir um ciclo de 30 anos como professora universitária, formando profissionais de Educação Física e Pedagogia, eu já vinha me preparando para um novo movimento. Um deslocamento de lugar. Um convite mais direto para quem deseja olhar para si com profundidade. Acredito na potência do lifelong learning. Aprender ao longo da vida não é apenas acumular

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24 de mar.1 min de leitura


Ciclos da vida e o que você faz com a dor
“Sonhos de Trem” é um dos filmes mais sublimes que assisti nos últimos tempos. Não apenas pela história, mas pela forma como me colocou diante de algo que, no fundo, todos nós conhecemos, mas nem sempre temos coragem de encarar. Hoje começa o outono no hemisfério sul. E é impossível não pensar na fotografia do filme, na forma como a natureza não é cenário, mas na presença viva. Ela acompanha, sustenta e, ao mesmo tempo, nos lembra de algo essencial. Tudo muda. Tudo passa. Tud

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20 de mar.2 min de leitura


Flow e coragem de escolher
Muito a ser dito sobre o filme Os Pecadores, vencedor de quatro estatuetas do Oscar. Eu começo por uma cena que me fez refletir. Quando o jovem Sammy Moore canta pela primeira vez e, aos poucos, todos começam a dançar. Não é só sobre dança. É sobre presença. Sobre estar inteiro no corpo, no momento, na experiência. Quando me permito esse tipo de entrega, percebo algo mudar. O tempo deixa de ser rígido. A mente desacelera. Eu entro no que chamamos de estado de flow. Um estado

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18 de mar.1 min de leitura


O valor das histórias além do Oscar
Eu fiquei pensando no quanto o Oscar 2026 nos atravessou de um jeito diferente. Não apenas pela expectativa de prêmios, mas pela força simbólica de estarmos ali, representados em possibilidades. Porque, no fundo, não se trata só de reconhecimento: se trata de narrativa. Contar histórias é uma das formas mais antigas que encontramos para dar sentido à vida. É assim que compartilhamos aprendizados, preservamos culturas e criamos conexões que ultrapassam o tempo. Quando uma his

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16 de mar.1 min de leitura


As 6 etapas finais da jornada do herói
Na postagem anterior, eu convidei você a olhar para a própria vida como uma jornada. Não uma ideia abstrata, mas um caminho real, feito de decisões, dúvidas, medos e descobertas . Agora seguimos para as próximas etapas da jornada do herói. E talvez você perceba que muitas delas já aconteceram na sua história, mesmo sem ter se dado conta. Aproximação da Caverna Secreta: Preparação para o maior desafio.(Você escolheu um desafio que por vezes se desdobra em um momento onde tudo

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13 de mar.2 min de leitura


As 6 etapas que iniciam a jornada do herói
Considere por um momento que a vida é uma grande aventura. Não aquela que acontece apenas em livros ou filmes, mas a que se desenrola todos os dias, nas decisões pequenas e grandes que você toma. Quando penso nisso, gosto de deixar de lado a referência da idade cronológica. Prefiro olhar para a vida como uma jornada. A jornada do herói da própria história. Todos nós estamos em algum ponto desse caminho. Às vezes em momentos de conforto, outras vezes diante de desafios que nos

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11 de mar.2 min de leitura


O que realmente nos nutre
Março tem sido um mês curioso. Finais de semana estendidos, sair na sexta e voltar só na segunda. Eu percebo que, às vezes, fugir do trânsito não é apenas uma escolha logística. É também uma forma silenciosa de cuidar de mim mesmo. Evitar o fluxo mais intenso, frequentar lugares fora de temporada, caminhar sem pressa. Pequenas decisões que parecem simples, mas que têm um efeito profundo. Elas diminuem o ruído e, quando o ruído diminui, algo dentro de nós começa a falar mais

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9 de mar.2 min de leitura


O caminho de uma mulher começa em uma escolha
No Dia Internacional da Mulher, resolvi revisitar um momento muito especial da minha trajetória. Me lembrei do dia da minha formatura no curso de Licenciatura em Educação Física. Infelizmente não tenho boas fotos daquele momento. Era 1991. A tecnologia ainda não nos acompanhava como hoje, registrando cada detalhe da vida. Muitas lembranças ficaram guardadas apenas na memória. Por isso escolhi compartilhar uma imagem de 2006, quando estive na Grécia, na Academia Olímpica Inte

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6 de mar.2 min de leitura


O poder do simples na aprendizagem e na liderança
Eu saí da exposição de Alfredo Volpi no Farol Santander, em Porto Alegre, com uma pergunta ecoando em mim: como algo tão simples pode ser tão profundo? Traços diretos. Cores vivas. Nada em excesso. Nada sobrando. Ser simples sem ser simplório. Foi isso que a obra me ensinou enquanto eu caminhava pelas salas e observava também a interação das crianças com as pinturas. Ali, arte e experiência se misturavam com naturalidade. Parabenizo as curadoras Ceci Amorim e Karina Israel po

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27 de fev.2 min de leitura


Contemplar é resistir ao automático
Contemplar é um verbo que me é caro. Talvez porque, em um mundo que me empurra para a pressa, ele me convide a ficar. Ficar no aqui e agora. Ficar inteiro. Quando penso nas diferentes manifestações artísticas, percebo o quanto todas carregam algo de efêmero. A pintura, a escultura, a dança, o teatro, a música, a literatura, o cinema, a fotografia, a arte digital. Hoje, quase tudo pode ser registrado, arquivado, reproduzido infinitamente. Podemos rever, pausar, ampliar. Podemo

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26 de fev.2 min de leitura


Como sustentar sua voz sem máscaras
Última semana de fevereiro. Um novo ciclo começa depois do Carnaval. Eu penso muito sobre isso. Sobre a simbólica queda das máscaras. Sobre o momento em que o sol toca o rosto e, por alguns dias, a gente se permite ser inteiro. Mas e depois? Durante o feriado, assistindo a filmes e séries, uma cena me atravessou. Uma mulher em uma reunião. Ela fala, propõe, constrói uma linha de raciocínio. E é interrompida. O olhar dela muda. O desconforto se instala. Eu já vivi essa cena en

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23 de fev.1 min de leitura


Você está vivendo sua essência ou sua máscara?
Hoje é dia de consolidar a essência. E eu quero te convidar para essa reflexão a partir de mais uma foto da série da minha visita ao Museu das Ilusões. Durante a semana, o percurso foi simbólico. Falei sobre retirar o véu de Maya, conceito da filosofia hindu que representa as ilusões que nos afastam do real, e sobre descartar as personas dispensáveis, ideia profundamente desenvolvida por Carl Gustav Jung ao tratar das máscaras sociais que usamos para nos adaptar ao mundo. M

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20 de fev.2 min de leitura


O que você vê no espelho?
Hoje é quarta-feira de cinzas. E eu quero te convidar para uma pausa. Na foto feita no Museu das Ilusões, no BarraShoppingSul, o espelho multiplica imagens. Mas, mais do que um efeito curioso, ele me provoca uma pergunta: como você se sente quando se depara com as suas diferentes personas? Todos nós criamos personagens para transitar no mundo. A persona profissional, a familiar, a social. Elas nos ajudam a pertencer, a nos proteger, a cumprir papéis. Mas em que momento essas

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18 de fev.1 min de leitura


Quando a persona distorce a percepção da realidade
Em meio ao Carnaval, sigo refletindo sobre algo que vai muito além da festa. Penso sobre nossas personas e sobre Maya, conceito do hinduísmo que representa o véu da ilusão, essa camada que encobre a verdadeira natureza da realidade. Fico me perguntando quantas vezes nos confundimos com aquilo que mostramos ao mundo. Na foto que fiz durante a visita ao Museu das Ilusões , a proposta era simples: brincar com a percepção. Criar a sensação de que estou dentro de um aquário. Mas

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16 de fev.1 min de leitura
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