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Você está vivendo sua essência ou sua máscara?
Hoje é dia de consolidar a essência. E eu quero te convidar para essa reflexão a partir de mais uma foto da série da minha visita ao Museu das Ilusões. Durante a semana, o percurso foi simbólico. Falei sobre retirar o véu de Maya, conceito da filosofia hindu que representa as ilusões que nos afastam do real, e sobre descartar as personas dispensáveis, ideia profundamente desenvolvida por Carl Gustav Jung ao tratar das máscaras sociais que usamos para nos adaptar ao mundo. M

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há 3 dias2 min de leitura


O que você vê no espelho?
Hoje é quarta-feira de cinzas. E eu quero te convidar para uma pausa. Na foto feita no Museu das Ilusões, no BarraShoppingSul, o espelho multiplica imagens. Mas, mais do que um efeito curioso, ele me provoca uma pergunta: como você se sente quando se depara com as suas diferentes personas? Todos nós criamos personagens para transitar no mundo. A persona profissional, a familiar, a social. Elas nos ajudam a pertencer, a nos proteger, a cumprir papéis. Mas em que momento essas

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há 5 dias1 min de leitura


Quando a persona distorce a percepção da realidade
Em meio ao Carnaval, sigo refletindo sobre algo que vai muito além da festa. Penso sobre nossas personas e sobre Maya, conceito do hinduísmo que representa o véu da ilusão, essa camada que encobre a verdadeira natureza da realidade. Fico me perguntando quantas vezes nos confundimos com aquilo que mostramos ao mundo. Na foto que fiz durante a visita ao Museu das Ilusões , a proposta era simples: brincar com a percepção. Criar a sensação de que estou dentro de um aquário. Mas

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há 7 dias1 min de leitura


Qual máscara você escolhe?
Nada mais simbólico do que falar sobre persona quando pensamos em Carnaval. A foto que trago hoje é do Carnaval de 2015, na cidade de Mainz, na Alemanha. Sim, Carnaval no inverno. Já começa estranho por aí. A fantasia era de uma amiga, Teresa Muller. Um palhaço com maquiagem de Pierrot. Eu não me sentia exatamente representada por aquela personagem. Se pudesse escolher, talvez fosse outra. O cenário também destoava do que estamos acostumados. Frio, casacos, depois a rua com o

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13 de fev.2 min de leitura


A coragem de viver sem máscaras
Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim: Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas - as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas - e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente gritando: "Ladrões, ladrões, malditos ladrões!” Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim. E quando cheguei à praça do mercado, um

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11 de fev.1 min de leitura


O ano começa quando tu decides começar
Quantas vezes tu já disseste que o ano só começa depois do Carnaval? Eu te escuto, mas também te provoco. Esperar uma data simbólica para iniciar um processo de cuidado é, muitas vezes, uma forma elegante de adiar o encontro contigo. Tu podes, sim, iniciar hoje uma análise junguiana, viver o Carnaval com leveza e, depois, seguir com o compromisso que assumiste contigo. Vida e autoconhecimento não são opostos, eles caminham juntos. Quando a procrastinação vira constância, tal

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9 de fev.1 min de leitura


O tempo revela os vínculos
O tempo que o tempo tem. Você já parou para sentir o que essa expressão desperta em você? Eu tenho pensado muito sobre como o tempo atua sobre os vínculos que construímos ao longo da vida. Percebo que, quando os vínculos são saudáveis e profundos, o tempo parece perder a força. Podemos passar meses ou anos sem nos ver e, ao reencontrar essas pessoas, bastam poucos minutos para atravessar as novidades superficiais e chegar ao que realmente importa: como estamos nos sentindo .

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6 de fev.1 min de leitura


O não julgamento como caminho de individuação
Como já compartilhei em outros momentos, vínculos se constroem com o tempo e na ausência de julgamentos. E talvez valha a pausa para pensarmos sobre o quanto julgamos tudo o tempo todo, inclusive a nós mesmos. Não julgar não é concordar com tudo. É reconhecer que existem diferentes formas de ser e de se manifestar no mundo. Cada um de nós é responsável pelas escolhas que faz e pelas consequências de sustentar quem escolhe ser. Ainda assim, muitos seguem em busca da própria es

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4 de fev.1 min de leitura


Presença não se terceiriza
“O melhor está por vir” É uma expectativa importante de ser cultivada. Mas ela não pode nos afastar do único lugar onde a vida, de fato, acontece: o presente . Eu escolho viver o meu de forma sustentável, especialmente nas relações, estando inteira com as pessoas que estão ao meu redor. Confesso que me desconforta conversar com alguém que divide a atenção entre mim e o celular. Mas isso não é exatamente novo. Antes, o telefone fixo já fazia esse papel. A tecnologia muda, mas

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2 de fev.1 min de leitura


Que falta eu faria se não estivesse aqui?
Ao concluir meu processo de autoanálise neste primeiro mês, que sustenta o planejamento de 2026, me deixei atravessar por uma provocação de Mario Sergio Cortella , no livro Viver em paz para morrer em paz: se eu não existisse, que falta faria? Refletir sobre a finitude nunca me foi um tema distante. Durante o doutorado, ao pesquisar o vivido e o não vivido pelos Irmãos Maristas longevos da Província Sul Amazônia, compreendi com mais clareza o sentido da frase que tanto me mar

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30 de jan.1 min de leitura
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