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Insatisfação no trabalho começa na convivência

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 16 de jan.
  • 1 min de leitura

Quando a convivência profissional deixa de fazer sentido, a pergunta não é só o que está errado lá fora. Eu costumo começar olhando para dentro. Sem autoconhecimento fica difícil entender quais ambientes combinam comigo, quais limites preciso respeitar e quais potenciais ainda não estou usando. Hoje, os formatos de trabalho se multiplicaram. Presencial, remoto e híbrido. As empresas também estão em busca de formas mais eficientes de entregar valor aos seus públicos. Nesse cenário, não existe uma única resposta, existe combinação. E ela só acontece quando há diálogo verdadeiro entre o que o colaborador precisa e o que a empresa consegue oferecer.


Tenho visto que os caminhos mais sustentáveis nascem justamente dessas conversas abertas. Quando processos e procedimentos não estão alinhados internamente, especialmente aqueles que envolvem o atendimento ao público, o desgaste aparece. Gestores, colaboradores e clientes sentem. E ninguém sai ganhando. Outro ponto essencial é o acolhimento da diversidade. Cada pessoa contribui com um jeito próprio de ser e estar no trabalho. Gosto de pensar como uma corrente. Todos os elos importam. A força da corrente está na capacidade de cada elo conviver, respeitando seus valores e princípios, em busca de um bem estar que seja coletivo. No fim, sempre existe uma escolha possível. Fortalecer a corrente da qual você faz parte ou reconhecer que talvez seja hora de buscar outra. 

E você, tem fortalecido a corrente em que está ou apenas se mantido nela por hábito?


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