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Consistência que constrói caminhos

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 26 de jan.
  • 1 min de leitura

Encerrando janeiro, escolhi olhar com honestidade para a consistência. Ao longo dos meus 30 anos como professora universitária, percebo que manter um padrão de comportamento e desempenho de forma contínua sempre foi uma escolha consciente. Não perfeita, mas constante.

A única pausa que me permiti foi um ano sabático. E, curiosamente, ele não rompeu minha consistência. Pelo contrário. Mesmo atravessando uma pandemia e uma enchente que marcou nossa cidade, segui fazendo o que precisava ser feito, de forma regular, respeitando o tempo e os processos. Assim foi possível avançar, passo a passo, em uma transição de carreira planejada e desejada desde aquele período.

Ser consistente, para mim, também significou disciplina para aprender de novo e de novo. Foram quinze anos na docência da disciplina de Formação Pessoal, a conclusão do Doutorado em Gerontologia Biomédica, formações em Coaching Ontológico e Mentoria, especialização em Mediação de Conflitos, Certificação LEGO SERIOUS PLAY e, em breve, a conclusão da formação em Análise Junguiana. Cada etapa fez sentido porque estava alinhada ao que eu vinha me tornando.

Hoje, escrever sobre esses temas é escrever sobre propósito. É unir trajetória, escolhas e sentido. Minha agenda está aberta para 2026 e para conversas que começam com uma pergunta simples, mas potente.

Onde, na sua vida, a consistência pode estar pedindo menos pressa e mais presença?


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