top of page

O não julgamento como caminho de individuação

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 4 de fev.
  • 1 min de leitura

Como já compartilhei em outros momentos, vínculos se constroem com o tempo e na ausência de julgamentos. E talvez valha a pausa para pensarmos sobre o quanto julgamos tudo o tempo todo, inclusive a nós mesmos.


Não julgar não é concordar com tudo. É reconhecer que existem diferentes formas de ser e de se manifestar no mundo. Cada um de nós é responsável pelas escolhas que faz e pelas consequências de sustentar quem escolhe ser.


Ainda assim, muitos seguem em busca da própria essência. E esse caminho, como propõe Carl Jung no processo de individuação, passa pela integração de partes conscientes e inconscientes, inclusive daquilo que rejeitamos em nós. A chamada sombra também faz parte do todo que somos.


Individuar-se não é decidir entre certo ou errado, mas refletir sobre como escolhemos agir e como essas escolhas impactam a nossa caminhada para nos tornarmos quem podemos ser.


Esse processo pede honestidade, coragem e, muitas vezes, suporte profissional. Construí-lo a quatro mãos, com um analista junguiano, pode tornar a travessia mais consciente e transformadora.

Se julgar menos fosse um exercício diário, o que em você poderia finalmente ser integrado em vez de escondido?


Se fizer sentido, estou à disposição para caminharmos juntos.


Comentários


© 2022 por Espaço Stim

bottom of page