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Autoconsciência é coragem

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 19 de jan.
  • 1 min de leitura

Qual foi o maior ato de coragem que você já realizou?

O meu foi investir na construção da minha autoconsciência. Aquela capacidade de olhar para dentro e reconhecer quem eu sou de verdade. Meus pensamentos, emoções, comportamentos, valores, forças e fragilidades. E entender como tudo isso impacta não só a mim, mas também as pessoas ao meu redor.

À primeira vista, parece simples. Mas não é. Porque quando nos deparamos com os nossos pontos frágeis, existe uma tendência quase automática de transferir a responsabilidade para o outro, para o contexto ou para as circunstâncias. Olhar para si dói. Sustentar esse olhar exige coragem.

Superar essa tendência é um exercício diário. Um compromisso com a ideia de que somos seres em constante transformação. E que evoluir pede persistência. No meu caminho, buscar apoio terapêutico foi decisivo. Olhar para si com acompanhamento faz muita diferença. A gente deixa de se julgar e começa, de fato, a se compreender.

Fabrício Carpinejar usou uma metáfora que nunca esqueci.

Quem faz terapia tem um 5G emocional. Consegue baixar informações, emoções e experiências com clareza. Quem não faz ainda está no 3G. Tudo chega truncado, confuso e literal demais.

Construir autoconsciência passa, necessariamente, por aprender a identificar o que é realmente nosso. Os pensamentos que me atravessam nascem dos meus valores ou foram emprestados de expectativas externas?

E você, o que hoje dirige as suas escolhas? A sua própria consciência ou histórias que nem foram escritas por você?


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