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O que a pandemia revelou sobre nós?

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 12 de jan.
  • 1 min de leitura

Entramos na segunda semana do novo ano e, com ela, voltamos às rotinas. Ou talvez este seja justamente o momento de repensá-las e criar novas formas de viver o dia a dia.

Desde março de 2020, a pandemia deixou marcas profundas na forma como convivemos. No pessoal, no profissional, no cotidiano mais simples. Independentemente do contexto, a pergunta que permanece é: o que tudo isso revelou sobre quem somos e sobre como nos relacionamos?

Abrir mão de encontros familiares afetuosos doeu. Mas, para alguns, o afastamento de reuniões que sempre terminavam em conflito trouxe alívio. No trabalho, houve quem se adaptasse bem ao home office, organizando espaço, tempo e tarefas. Outros sentiram o peso do isolamento, da ausência de trocas, de colegas e lideranças com quem havia sintonia.

Percebo que a nossa capacidade de conviver foi uma das habilidades mais tensionadas nesse período. Convivendo mais intensamente ou nos afastando, fomos obrigados a olhar para nossos próprios modos de estar com o outro. Descobrimos limites, fragilidades, necessidades e também potências que talvez passassem despercebidas antes.

Algumas relações se romperam. Outras se fortaleceram. Muitas foram ressignificadas. E agora, com um pouco mais de distância deste período, fica o convite à reflexão:

Como você percebe hoje a sua capacidade de conviver e o que ela diz sobre as rotinas que você escolhe manter ou transformar?

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