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Convivência profissional e saúde mental

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 14 de jan.
  • 1 min de leitura

Desde muito cedo, aprendemos a conviver. Primeiro na família, nosso primeiro grupo social. Depois na escola. Mais tarde, no ambiente profissional. Todos esses espaços existem dentro de uma sociedade que impõe regras próprias, moldadas pela geografia, pela história e pela cultura.

Ao longo da vida, eu aprendi que avaliar como convivemos nesses diferentes grupos é essencial. Não apenas para nos adaptarmos, mas para preservarmos algo que é inegociável: nossa saúde física e mental.

Conviver não é apenas estar junto. Conviver é viver próximo, construir relações cordiais, respeitar limites e reconhecer combinados. Por isso, sempre faço um convite à reflexão:

será que conseguimos, de fato, conviver com as regras que regem cada ambiente em que estamos inseridos?

Quando percebo que uma forma de convivência começa a adoecer, entendo que talvez seja hora de rever escolhas. Nem sempre o problema está em nós. Às vezes, está na incompatibilidade entre valores, expectativas e modos de se relacionar.

No contexto profissional, isso fica ainda mais evidente. Em processos seletivos, costumo orientar candidatos a buscarem o máximo de informações sobre a empresa. A forma como a organização se apresenta, seus valores e sua cultura dizem muito sobre como será o dia a dia de convivência ali dentro.

Identificação não é detalhe, é fundamento.

E agora eu te convido a pensar com calma: a convivência profissional que você vive hoje fortalece ou enfraquece a sua saúde emocional?


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