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Que falta eu faria se não estivesse aqui?
Ao concluir meu processo de autoanálise neste primeiro mês, que sustenta o planejamento de 2026, me deixei atravessar por uma provocação de Mario Sergio Cortella , no livro Viver em paz para morrer em paz: se eu não existisse, que falta faria? Refletir sobre a finitude nunca me foi um tema distante. Durante o doutorado, ao pesquisar o vivido e o não vivido pelos Irmãos Maristas longevos da Província Sul Amazônia, compreendi com mais clareza o sentido da frase que tanto me mar

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30 de jan.1 min de leitura


Consistência no autoconhecimento
Seguindo na trilha da minha autoanálise sobre a consistência, comecei a observar com mais atenção a minha entrega aos processos de desenvolvimento pessoal. Percebi que ela nunca foi aleatória. Sempre esteve conectada ao momento de vida que eu estava atravessando. Minha primeira experiência como analisanda foi na terapia freudiana, aos 18 anos, quando buscava apoio para fazer uma escolha profissional. Naquele momento, compreender meus desejos e conflitos era mais urgente do qu

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28 de jan.1 min de leitura


Consistência que constrói caminhos
Encerrando janeiro, escolhi olhar com honestidade para a consistência. Ao longo dos meus 30 anos como professora universitária, percebo que manter um padrão de comportamento e desempenho de forma contínua sempre foi uma escolha consciente. Não perfeita, mas constante. A única pausa que me permiti foi um ano sabático. E, curiosamente, ele não rompeu minha consistência. Pelo contrário. Mesmo atravessando uma pandemia e uma enchente que marcou nossa cidade, segui fazendo o que p

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26 de jan.1 min de leitura


Autoconsciência para reconhecer suas potências
Nas aulas de Formação Pessoal, sempre que proponho exercícios de autopercepção sobre potências e limitações, algo se repete. A maioria das pessoas leva muito mais tempo para identificar aquilo em que é forte do que para listar suas fragilidades. Curiosamente, vejo o mesmo acontecer em processos de seleção profissional. Costumo associar essa dificuldade à falta de autoconsciência, à supervalorização do olhar do outro e ao medo de parecer exibido, metido ou convencido. Só que r

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23 de jan.1 min de leitura


Autoconsciência é coragem
Qual foi o maior ato de coragem que você já realizou? O meu foi investir na construção da minha autoconsciência . Aquela capacidade de olhar para dentro e reconhecer quem eu sou de verdade. Meus pensamentos, emoções, comportamentos, valores, forças e fragilidades. E entender como tudo isso impacta não só a mim, mas também as pessoas ao meu redor. À primeira vista, parece simples. Mas não é. Porque quando nos deparamos com os nossos pontos frágeis, existe uma tendência quase a

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19 de jan.1 min de leitura


Insatisfação no trabalho começa na convivência
Quando a convivência profissional deixa de fazer sentido, a pergunta não é só o que está errado lá fora. Eu costumo começar olhando para dentro. Sem autoconhecimento fica difícil entender quais ambientes combinam comigo, quais limites preciso respeitar e quais potenciais ainda não estou usando. Hoje, os formatos de trabalho se multiplicaram. Presencial, remoto e híbrido. As empresas também estão em busca de formas mais eficientes de entregar valor aos seus públicos. Nesse ce

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16 de jan.1 min de leitura


Convivência profissional e saúde mental
Desde muito cedo, aprendemos a conviver. Primeiro na família, nosso primeiro grupo social. Depois na escola. Mais tarde, no ambiente profissional. Todos esses espaços existem dentro de uma sociedade que impõe regras próprias, moldadas pela geografia, pela história e pela cultura. Ao longo da vida, eu aprendi que avaliar como convivemos nesses diferentes grupos é essencial. Não apenas para nos adaptarmos, mas para preservarmos algo que é inegociável: nossa saúde física e menta

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14 de jan.1 min de leitura


O que a pandemia revelou sobre nós?
Entramos na segunda semana do novo ano e, com ela, voltamos às rotinas. Ou talvez este seja justamente o momento de repensá-las e criar novas formas de viver o dia a dia. Desde março de 2020, a pandemia deixou marcas profundas na forma como convivemos. No pessoal, no profissional, no cotidiano mais simples. Independentemente do contexto, a pergunta que permanece é: o que tudo isso revelou sobre quem somos e sobre como nos relacionamos? Abrir mão de encontros familiares afetuo

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12 de jan.1 min de leitura


Crenças que fortalecem transformam destinos
Quando uma crença, de fato, nos fortalece? Eu costumo me fazer essa pergunta sempre que penso em propósito. Antes de alimentar qualquer crença, precisamos olhar para ela com honestidade e perceber o quanto está alinhada com aquilo que desejamos viver. Lembro de uma conversa marcante com um aluno que poderia facilmente ter se rendido à ideia de que a universidade não era um lugar para ele. Durante o dia, trabalhava como motorista na própria instituição. À noite, sentava em sal

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9 de jan.1 min de leitura


Quando a crença deixa de proteger e limita
Uma crença pode se tornar limitante quando continua se repetindo. Isso mesmo depois das conquistas. Mesmo após passar no vestibular. Mesmo ao estar, de fato, ocupando uma vaga na universidade. Ao longo da minha trajetória, acompanhei alunos que não acreditavam merecer estar onde chegaram. Alguns seguiram até o fim. Outros desistiram no meio do caminho. Não por falta de capacidade, mas por não conseguirem desconstruir a crença de que aquele lugar não era para eles. Quem desist

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7 de jan.1 min de leitura


As histórias que moldam quem somos
O que são crenças para você? Eu gosto de pensar nelas como histórias que contamos a nós mesmos e que, silenciosamente, vão moldando a nossa realidade. Antes mesmo de termos idade para contar as nossas próprias histórias, alguém contou histórias sobre nós. Geralmente, quem cuidou de nós dos zero aos sete anos. Ao ouvi-las repetidas vezes, fomos criando referências sobre quem somos, do que somos capazes e do que esperar do mundo. Janeiro Branco nos convida a olhar para a saúde

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5 de jan.1 min de leitura


Cultura de Paz começa em nós
Bem-vindo, 2026. Escolho começar o ano resgatando o 1º de janeiro, data em que celebramos o Dia Mundial da Paz. E não por acaso. Paz, para mim, nunca foi um conceito abstrato. É prática diária, escolha consciente e construção possível. Durante alguns anos, ministrei as disciplinas de Jogos Cooperativos e Cultura de Paz e, depois, Cultura de Paz e Diversidade. Esses temas caminham juntos. Os jogos cooperativos nos lembram do valor do processo coletivo. A diversidade está prese

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2 de jan.2 min de leitura


Receber o novo ano com consciência e presença
Como você define um bom anfitrião? Eu gosto de receber pessoas. Ao longo de mais de 30 anos no magistério superior, recebi alunos, colegas e convidados, sempre com a intenção de preparar o melhor ambiente possível. Para isso, aprendi algo essencial: antes de receber alguém, é preciso se interessar por quem chega. Buscar informações, escutar, criar espaço. Hoje, muitas pessoas se reúnem para receber um novo ano. Mas o que, de fato, sabemos sobre 2026? Quase nada. Sabemos ap

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31 de dez. de 20251 min de leitura


O poder do tempo presente
Só existe o tempo presente. Parece simples, mas é uma ideia que atravessa séculos de filosofia e, ainda hoje, nos provoca. Quando paro para pensar nisso, percebo o quanto vivemos tentando escapar desse agora. E o passado, onde fica? Para mim, ele não é um lugar de morada, mas de consulta. É ali que organizamos nossas experiências, aquilo que foi vivido e até o que ficou em aberto. O passado cria um repertório interno que nos ajuda a fazer escolhas diferentes quando situações

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29 de dez. de 20251 min de leitura


Plenitude e felicidade na Roda da Vida
A vida é feita de momentos. Tudo passa, inclusive a sensação de plenitude e felicidade, que nunca são absolutas e nem permanentes. Ainda assim, elas dizem muito sobre como estamos vivendo. Ao olhar para o último subaspecto da Roda da Vida, dentro da Qualidade de Vida, o convite é simples e profundo ao mesmo tempo. O quanto você se sente pleno e feliz hoje? Eu sei, não é fácil responder. Por isso, vale revisitar o que você havia planejado para 2025 e observar, com honestidade,

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26 de dez. de 20252 min de leitura


Esperança ativa para transformar o mundo
Hoje vivemos uma noite muito especial, independentemente da sua crença. É a noite que antecede o nascimento do Menino Jesus. Um tempo simbólico, que nos convida a pausar e refletir sobre a esperança de um mundo com mais amor e harmonia entre todos os seres vivos. Penso em pessoas, plantas, animais e na própria natureza, com toda a sua energia, convivendo em equilíbrio para enfrentar os desafios que a evolução do universo nos apresenta. Um lembrete simples e profundo de que am

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24 de dez. de 20251 min de leitura


Pensar com as mãos para destravar ideias
Em março de 2025, vivi uma experiência que transformou a forma como penso, facilito e até me divirto: a certificação em LEGO® SERIOUS PLAY® . Essa metodologia usa blocos LEGO® para melhorar a comunicação, o pensamento estratégico e a resolução de problemas em equipes e organizações. A proposta é simples e, ao mesmo tempo, poderosa. Quando penso com as mãos, ativo mais áreas do cérebro, acesso insights mais profundos e crio um espaço de diálogo verdadeiro. Ao construir modelos

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22 de dez. de 20251 min de leitura


Amizades atemporais: o encontro que atravessa o tempo
Fiquei muito feliz ao receber a mensagem da minha amiga Anette Lubisco, convidando para a apresentação do espetáculo Oceânica , na Casa Salto , em novembro passado. A alegria cresceu ainda mais ao saber que outra amiga querida, Aline Haas, estaria no elenco. A felicidade não veio apenas pela certeza da qualidade do que eu iria assistir, mas pela potência do encontro. Estar junto, no mesmo tempo e no mesmo espaço, já é por si só um acontecimento. Eu me emocionei não apenas pel

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19 de dez. de 20251 min de leitura


A dança que constrói o amor
Desde cedo, a sociedade nos apresenta uma sequência quase automática do que seria uma vida bem-sucedida. Crescer, estudar, trabalhar, formar uma família. E, muitas vezes, essa família começa quando duas pessoas se escolhem para caminhar juntas. Mas o que nem sempre é dito é que o amor não nasce pronto. Ele se constrói no bem querer diário. Cada pessoa chega a um relacionamento trazendo sua história, sua cultura, suas referências e sua forma de estar no mundo. Conviver é apren

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17 de dez. de 20251 min de leitura


Relações familiares e ancestralidade: um convite à reconexão
Com a chegada das festas de fim de ano, os encontros familiares se tornam mais frequentes. É um tempo que nos convida a fortalecer laços e, muitas vezes, a reconstruir vínculos que ficaram fragilizados ao longo da vida. Quando penso em relações, começo pela ancestralidade. Reconhecer nossa história passa pela gratidão aos nossos pais. Sem a existência deles, nada do que somos ou vivemos até aqui teria sido possível. Esse reconhecimento já é um passo importante para olhar com

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15 de dez. de 20251 min de leitura
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