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Cultura de Paz começa em nós

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • há 7 dias
  • 2 min de leitura

Bem-vindo, 2026. Escolho começar o ano resgatando o 1º de janeiro, data em que celebramos o Dia Mundial da Paz. E não por acaso. Paz, para mim, nunca foi um conceito abstrato. É prática diária, escolha consciente e construção possível.

Durante alguns anos, ministrei as disciplinas de Jogos Cooperativos e Cultura de Paz e, depois, Cultura de Paz e Diversidade. Esses temas caminham juntos. Os jogos cooperativos nos lembram do valor do processo coletivo. A diversidade está presente em cada espaço que habitamos. E a cultura da paz se constrói quando colaboramos e respeitamos as diferenças, inclusive aquelas que nos desafiam.

A paz começa em cada um de nós. Santo Agostinho já falava da importância da escuta e do encontro com as razões do outro. Um convite que segue atual, especialmente em tempos em que tantas pontes são destruídas antes mesmo de serem atravessadas.

Escutar a nós mesmos, questionar nossas crenças e revisitar certezas não é simples. Às vezes dói. Mas é um passo essencial para o autoconhecimento. Quando compreendemos de onde vêm nossas escolhas, ganhamos liberdade para transformá-las.

E o autoconhecimento nos leva a algo ainda maior: escolhas mais coerentes entre o nosso bem-estar e o bem-estar de tudo o que nos cerca. Escolhas que geram menos conflito interno e mais harmonia nas relações.

Temos mais 363 dias pela frente. Dias em que podemos, conscientemente, direcionar nossas decisões para a construção da paz interior que, inevitavelmente, transborda para o mundo ao redor.

Minha agenda segue aberta para a escuta ativa e para apoiar processos de novas escolhas. A pergunta que deixo é simples e profunda: que tipo de paz você está disposto a construir, começando por você?

 


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