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A dança que constrói o amor

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 17 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

Desde cedo, a sociedade nos apresenta uma sequência quase automática do que seria uma vida bem-sucedida. Crescer, estudar, trabalhar, formar uma família. E, muitas vezes, essa família começa quando duas pessoas se escolhem para caminhar juntas. Mas o que nem sempre é dito é que o amor não nasce pronto. Ele se constrói no bem querer diário.

Cada pessoa chega a um relacionamento trazendo sua história, sua cultura, suas referências e sua forma de estar no mundo. Conviver é aprender a ajustar, aceitar e, antes de tudo, cultivar amor próprio. Sem isso, nenhuma relação se sustenta.

Gosto de pensar nos relacionamentos como uma dança. Cada um aprende seus passos ao longo da vida. Em algum momento, dois caminhos se encontram e passam a dançar em par. Um vem do balé clássico, o outro do tango. Ao compartilhar movimentos, ritmos e intenções, nasce algo novo.

Ninguém precisa abandonar sua própria dança. Há dias de tango, outros de Quebra-Nozes e, com o tempo, surge uma coreografia única, construída a quatro mãos, que dá identidade à relação. É nesse espaço de troca que o vínculo se fortalece.

Agora, vale a reflexão. Como tem sido a dança no seu relacionamento? Você tem conseguido preservar seus passos e, ao mesmo tempo, criar algo novo com o outro?


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