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Que falta eu faria se não estivesse aqui?
Ao concluir meu processo de autoanálise neste primeiro mês, que sustenta o planejamento de 2026, me deixei atravessar por uma provocação de Mario Sergio Cortella , no livro Viver em paz para morrer em paz: se eu não existisse, que falta faria? Refletir sobre a finitude nunca me foi um tema distante. Durante o doutorado, ao pesquisar o vivido e o não vivido pelos Irmãos Maristas longevos da Província Sul Amazônia, compreendi com mais clareza o sentido da frase que tanto me mar

espacostim
30 de jan.1 min de leitura
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