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Você se conecta com máquinas ou com sentimentos?

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 23 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura

Como você se sente ao interagir com a Inteligência Artificial? Com robôs? Pergunto porque, para além da funcionalidade, existe algo mais que se movimenta nesses encontros: nossas emoções, nossas expectativas e até nossa solidão.


Vejo a IA como uma grande conquista tecnológica. Ela surgiu para facilitar a vida humana, mas é impossível ignorar que, aos poucos, também começa a ocupar espaços de escuta, resposta e presença. E é aí que a pergunta ganha outra dimensão: estamos apenas programando máquinas ou buscando companhia?

Lembro de dois filmes que me marcaram. Em “O Homem Bicentenário”, o ator Robin Williams interpreta um robô que quer ser humano. Ele não quer apenas servir. Ele quer sentir, amar, sofrer, morrer. Quer o afeto que nos define. Já em “Simone”, a criação é inversa: um humano cria uma atriz virtual perfeita para substituir uma atriz de carne e osso. Uma inteligência moldada à nossa imagem.


Fico pensando: se as máquinas querem ser humanas, o que nós queremos delas? Queremos funcionalidade ou algo mais? Esperamos encontrar nelas o que às vezes não conseguimos nas relações humanas? E quando não encontramos... o que isso diz sobre nós?


Deixo aqui essas provocações, duas sugestões de filme e o desejo sincero de que seu fim de semana seja repleto de algo que nenhuma máquina pode substituir: o afeto genuíno, aquele que só se constroi entre humanos, na troca, no olhar, no sentir.


Grata pela atenção!


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