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De quem você é feito?

  • Foto do escritor: espacostim
    espacostim
  • 9 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura

Estamos nos aproximando do Dia das Mães, uma data escolhida para expressar, com mais ênfase, a nossa gratidão àquela que nos deu a vida. Mas será que é só a ela que devemos esse agradecimento?


Existe um provérbio nigeriano que diz: “É preciso uma vila inteira para criar uma criança.” E ele me faz lembrar das tantas pessoas que participaram da minha formação. 


Pais e mães biológicos, sim. Mas também aqueles que, de alguma forma, foram presença, cuidado, influência. Foram mães e pais em outros sentidos.


Minha irmã, minha mãe e eu
Minha irmã, minha mãe e eu

Me pego pensando: por que lembrar disso agora?


Porque cada pessoa que passou pela nossa vida deixou marcas. E olhar para essas marcas é também olhar para dentro. A resposta para a pergunta “quem sou eu?” passa pelas relações que construímos. 


O autoconhecimento se revela nas trocas, nos vínculos, nas histórias que compartilhamos.


E quando falamos de quem nos formou, não podemos esquecer da nossa ancestralidade. Avós, bisavós, trisavós... cada uma com sua força, sua trajetória, seus ensinamentos transmitidos mesmo que em silêncio.


Neste Dia das Mães, que possamos celebrar com amor. Comemorar quem nos deu à luz, quem nos criou, quem nos inspirou. E quem, de algum jeito, foi parte da nossa vila.


Grata pela atenção!


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